Olá senhoras e senhores.
O blog ficou desativado por um período, mas agora já voltei a ativa.
Espero aperfeiçoa-lo cada dia mais, para melhor servi-los
Grata pela atenção e participação de todos.
Preciso Falar o que Penso
sábado, 25 de agosto de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Diferenças não são defeitos
Olá senhoras e senhores.
Bem sabemos que ninguém é igual ninguém, nenhum de nós temos os mesmos pensamentos, ideias, atitudes, enfim, todos nós temos diferenças. E é justamente isso que faz com que o nosso mundo tenha graça. Já pensou se todos gostassem de funk? Não existiriam as múcicas clássicas, o rock, o pagode, o sertanejo, o pop, o rap...
Já pensou como seria o mundo se todos gostassem só de televisão? Não teríamos teatros, cinemas, livros...
Se todos só gostassem de cabelos loiros, onde estariam os ruivos, castanhos, pretos?
Se todos concordassem sempre? Onde estariam os contras? Ou se todos fossem contra, onde estariam os pós?
Se todos aceitassem todas as injustiças do mundo, toda violência, todo preconceito, racismo, onde iriamos parar?
As pessoas julgam as diferenças como se fossem defeitos, o fato de não pensarmos igual não quer dizer que eu seja melhor ou pior que você, apenas diferente de você.
O fato de você ser branco e eu ser negro (ou vice-versa) não quer dizer que você seja melhor ou pior que eu, apenas diferentes!
E aceitar essas diferenças é uma questão de virtude, inteligencia, capacidade de reconhecer que qualquer perfeição do mundo, não te livraria das diferenças.
Pare e reflita, o que seria do mundo se todos fossem da mesma maneira, que graça teria?! Se imagine morando em um mundo onde todos têm o mesmo emprego, moram em casas iguais, comem o mesmo tipo de comida, ouvem as mesmas músicas, assistem aos mesmos programas de televisão, visitam os mesmo lugares, têm o mesmo estilo de vida, serem todos da mesma cor, todos da mesma religião. Que graça teria o mundo? Que graça teria a vida? Onde estariam as ideias loucas, as boas, as extraordinárias, as sem nexos?
DIFERENÇAS NÃO SÃO DEFEITOS, SÃO APENAS DIFERENÇAS!
Abraço.
Bruna Reis.
Bem sabemos que ninguém é igual ninguém, nenhum de nós temos os mesmos pensamentos, ideias, atitudes, enfim, todos nós temos diferenças. E é justamente isso que faz com que o nosso mundo tenha graça. Já pensou se todos gostassem de funk? Não existiriam as múcicas clássicas, o rock, o pagode, o sertanejo, o pop, o rap...
Já pensou como seria o mundo se todos gostassem só de televisão? Não teríamos teatros, cinemas, livros...
Se todos só gostassem de cabelos loiros, onde estariam os ruivos, castanhos, pretos?
Se todos concordassem sempre? Onde estariam os contras? Ou se todos fossem contra, onde estariam os pós?
Se todos aceitassem todas as injustiças do mundo, toda violência, todo preconceito, racismo, onde iriamos parar?
As pessoas julgam as diferenças como se fossem defeitos, o fato de não pensarmos igual não quer dizer que eu seja melhor ou pior que você, apenas diferente de você.
O fato de você ser branco e eu ser negro (ou vice-versa) não quer dizer que você seja melhor ou pior que eu, apenas diferentes!
E aceitar essas diferenças é uma questão de virtude, inteligencia, capacidade de reconhecer que qualquer perfeição do mundo, não te livraria das diferenças.
Pare e reflita, o que seria do mundo se todos fossem da mesma maneira, que graça teria?! Se imagine morando em um mundo onde todos têm o mesmo emprego, moram em casas iguais, comem o mesmo tipo de comida, ouvem as mesmas músicas, assistem aos mesmos programas de televisão, visitam os mesmo lugares, têm o mesmo estilo de vida, serem todos da mesma cor, todos da mesma religião. Que graça teria o mundo? Que graça teria a vida? Onde estariam as ideias loucas, as boas, as extraordinárias, as sem nexos?
DIFERENÇAS NÃO SÃO DEFEITOS, SÃO APENAS DIFERENÇAS!
Abraço.
Bruna Reis.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Filme Olga!
Olá senhoras e senhores.
Hoje tive a oportunidade de assistir um filme chamado Olga, é um filme nacional muito bom!
O filme relata a história de Luiz Carlos Prestes, sobre o Nazismo na Alemanha, Getúlio Vargas no Brasil e a história de amor entre Prestes e Olga.
Enfim, muitas coisas que na época de lançamento (2004) - mesmo sendo um sucesso de bilheteria - fez com que o filme fosse muito criticado pela imprensa brasileira e alemã. E isso não é nenhuma novidade, é vero! Até por que o filme fala, nada além da verdade, consequentemente atrairia muitos comentários negativos.
E agora, vamos a minha opinião.
O filme mexeu muito comigo, não só pelas cenas duras que vi, mas por saber que os seres humanos puderam chegar a tal ponto de crueldade, frieza e maldade! Sem trazer em pauta se eram brasileiros ou não, eram seres humanos e agiam friamente, sem nem um pouco de amor.
Muitos, antes de nós, fizeram a diferença para esse Brasil, lutaram até o fim de suas vidas para nos dar um pouco do que temos e nós, que poderíamos fazer muito mais para acabar com a injustiça que ainda existe no Brasil, muitas vezes recuamos, sentimos medo e até nos conformamos com o que temos - "eu não passo fome, para mim está muito bom assim". Claro que está bom, você tem dinheiro. Mas e quem não tem o que comer? Não tem onde morar? Não tem o que vestir?
Como diz meu caro amigo e mestre Duka: "poucos com muito e muitos sem nada".
Não queremos que todos sejam milionários ou algo do tipo, mas que tenham vidas dignas, oportunidades como todos os outros, ricos ou pobres.
Não queremos "regalias" queremos chances!
O filme também fala muito sobre o nazismo, que acredito que todos saibam o que é. Olga, grávida, foi levada para Alemanha e como era judia, já sabemos o que lhe aconteceu. Foi separada de sua filha friamente (foi uma cena que me marcou) e ainda foi tratada como animal. Ela que sempre lutou pelo próximo viu sua amiga apanhando muito e não pode fazer absolutamente nada!
Com tudo isso, é claro que o filme jamais seria aceito pela imprensa alemã.
Os nazista, que na minha opinião ainda existem debaixo de capas, eram temidos como se fossem uma máquina que torturar o matar seres humanos, com discursos baixos e sem fundamentos, como por exemplo esse: "eles são judeus, não têm direito de viver"; ou "a culpa da Alemanha ter passado por tudo que passou é dos judeus, eles devem pagar por isso".
Enfim, o filme é enorme e me trouxe muitos novos conhecimentos e uma certa "motivação". Para quem nunca assistiu, recomendo. Para quem já assistiu, deixe nos comentários o que achou do filme.
E vale a pena lembrar, ainda existem muitas injustiças no Brasil e no resto do mundo e se não fizermos nada vai continuar do mesmo jeito para sempre. Para ser sincera, não sei ao certo o que quero fazer, nem o que podemos fazer. Mas sei que não quero, não quero que minha vida e minha história sejam igual a tudo que se vê!
Abraço.
Bruna Reis
Hoje tive a oportunidade de assistir um filme chamado Olga, é um filme nacional muito bom!
O filme relata a história de Luiz Carlos Prestes, sobre o Nazismo na Alemanha, Getúlio Vargas no Brasil e a história de amor entre Prestes e Olga.
Enfim, muitas coisas que na época de lançamento (2004) - mesmo sendo um sucesso de bilheteria - fez com que o filme fosse muito criticado pela imprensa brasileira e alemã. E isso não é nenhuma novidade, é vero! Até por que o filme fala, nada além da verdade, consequentemente atrairia muitos comentários negativos.
E agora, vamos a minha opinião.
O filme mexeu muito comigo, não só pelas cenas duras que vi, mas por saber que os seres humanos puderam chegar a tal ponto de crueldade, frieza e maldade! Sem trazer em pauta se eram brasileiros ou não, eram seres humanos e agiam friamente, sem nem um pouco de amor.
Muitos, antes de nós, fizeram a diferença para esse Brasil, lutaram até o fim de suas vidas para nos dar um pouco do que temos e nós, que poderíamos fazer muito mais para acabar com a injustiça que ainda existe no Brasil, muitas vezes recuamos, sentimos medo e até nos conformamos com o que temos - "eu não passo fome, para mim está muito bom assim". Claro que está bom, você tem dinheiro. Mas e quem não tem o que comer? Não tem onde morar? Não tem o que vestir?
Como diz meu caro amigo e mestre Duka: "poucos com muito e muitos sem nada".
Não queremos que todos sejam milionários ou algo do tipo, mas que tenham vidas dignas, oportunidades como todos os outros, ricos ou pobres.
Não queremos "regalias" queremos chances!
O filme também fala muito sobre o nazismo, que acredito que todos saibam o que é. Olga, grávida, foi levada para Alemanha e como era judia, já sabemos o que lhe aconteceu. Foi separada de sua filha friamente (foi uma cena que me marcou) e ainda foi tratada como animal. Ela que sempre lutou pelo próximo viu sua amiga apanhando muito e não pode fazer absolutamente nada!
Com tudo isso, é claro que o filme jamais seria aceito pela imprensa alemã.
Os nazista, que na minha opinião ainda existem debaixo de capas, eram temidos como se fossem uma máquina que torturar o matar seres humanos, com discursos baixos e sem fundamentos, como por exemplo esse: "eles são judeus, não têm direito de viver"; ou "a culpa da Alemanha ter passado por tudo que passou é dos judeus, eles devem pagar por isso".
Enfim, o filme é enorme e me trouxe muitos novos conhecimentos e uma certa "motivação". Para quem nunca assistiu, recomendo. Para quem já assistiu, deixe nos comentários o que achou do filme.
E vale a pena lembrar, ainda existem muitas injustiças no Brasil e no resto do mundo e se não fizermos nada vai continuar do mesmo jeito para sempre. Para ser sincera, não sei ao certo o que quero fazer, nem o que podemos fazer. Mas sei que não quero, não quero que minha vida e minha história sejam igual a tudo que se vê!
Abraço.
Bruna Reis
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Racismo e Preconceito no Humor (Brasil).
Olá senhoras e senhores.
Me aprofundando mais nos assuntos de Preconceitos raciais, sociais, regionais e afins, gostaria de trazer através deste novo artigo a questão do preconceito e do racismo no humor brasileiro.
O Brasil tem passado por um crescimento muito grande do humor, que é também uma forma de expressão que muitas das vezes "passa dos limites" e muitos alegam a liberdade de expressão.
Temos uma "discussão" sobre o limite do humor, em relação ao politicamente correto, ao preconceito, ao feminismo, machismo e por aí afora. Leiam o artigo do CC:
(...) Pois nas duas últimas semanas, jornais, revistas, sites de entretenimento e pensadores contemporâneos em 140 caracteres fizeram mais ou menos o mesmo que a TV Pirata nos anos 1980. Colocaram piadas em debate. Primeiro, por causa do tal humor “proibidão”, evento promovido por uma casa de shows em São Paulo que obrigava o espectador a pagar 60 reais na entrada mais a assinatura de um termo se comprometendo, de antemão, a não se ofender com piadas sobre negros, gays e deficientes. Os tempos são outros: tempos em que se desconfia até mesmo do bom humor da plateia.
A história não poderia acabar bem: um tecladista (que não assinou o termo) foi chamado de macaco, chamou a polícia, o barraco se armou e a piada entrou em debate. Quando a história ainda esfriava, chega a notícia da morte de Chico Anysio, o grande comediante que o País já viu nascer. Não demora e uma turma, ao comentar a morte do ídolo, se ressente: bons eram os tempos em que ele fazia suas piadas e ninguém patrulhava, ninguém se ofendia. E lembravam dos Trapalhões, contemporâneos de Chico, para citar outro exemplo de humor inteligente e não-patrulhado, ingênuo até.Os tempos eram outros e o que era aceito socialmente aceito estava – pouco por má-fé, muito por ignorância. Poucos vinham a público dizer “chega”. Mas havia. Numa entrevista antiga, Renato Russo, líder da Legião Urbana, se queixava justamente do teor de piadas que pipocavam naquela época na televisão e que reforçava, segundo ele, o estereótipo da “bichinha louca” – indiscreta, pervertida, tarada. Era um atraso, dizia. Não foi ouvido, e a inteligência que restava em programas como “TV Pirata” se dissolvia ano a ano por meio das velhas brincadeiras (...) E a piada, de novo, entrava em debate: quais os limites (do humor e da patrulha)? E tome chiadeira geral, parte dela em defesa do rapaz que diz não se importar em ser chamado de “girafa” – o que o autorizaria a chamar os negros de macaco sem grandes constrangimentos.
Mal descansou e Chico Anysio vinha à tona, citado por saudosos em defesa dos bons e dos maus, seja lá de que lado cada qual estivesse: no tempo dele podia, e era aceito. (...) e importar ao ver alguém no palco (ou na tevê) chutando pobres, mulheres, deficientes, homossexuais…porque é bem provável que não haja pobres, mulheres, deficientes e homossexuais na plateia. Mas, para azar do comediante, a piada hoje não se restringe a seu público: ela vaza para outros meios e causam indignação. É parte do jogo. Por que o mundo ficou mais chato? Não: porque o mundo mudou. Duvido que alguma mulher visse graça, nos anos 80 e 90, ao ser retratada como a “loraburra”, ingênua, interesseira, manhosa. Hoje, basta ligar a tevê para ver que esse retrato não evoluiu. Mas as mulheres sim: elas deixaram a submissão do lar, ganharam espaço no mercado, na patota dos formadores de opinião e também nos espaços públicos e políticos. Tornaram-se lideranças, e se elegeram para prefeituras, governos de estado e Presidência da República. Por isso não só não veem graça nas brincadeiras sexistas como reagem à altura: “mulherzinha o escambau”. A indignação é a mesma, mas a reação, não: hoje elas são ouvida, gostem-se ou não os comediantes. Os tempos são outros.
Da mesma forma, negros e gays ganharam espaço, reafirmaram orgulhos, foram à luta. Saem de cena os subalternos retirados da escravidão ou das condenações morais (e medievais), que chamavam o coronel de doutor, e entram os líderes de uma batalha constante, árdua, sofrida e ainda incompleta. Pedem respeito, conquistado na marra, e avançam: chegam às ruas, repartições e universidades sem vergonha do vácuo entre o que são e o que querem que sejam. Só não chegaram às plateias de humor rançoso e moderninho. Ninguém gosta de pagar para ser esculhambado.“Ah, então fazer piada com português pode e com negro, não?”, gritam comediantes e plateias ofendidos com as ofensas.
Poder pode. Mas experimenta fazer piada de português à brasileira em Portugal. De toda forma, parece muito fácil fazer piada chutando quem imaginamos estar longe da roda – e não pode reagir. O que leva a pensar que o humor “proibidão” não é nada mais do que covarde. E o humor covarde só existe porque existe covardia na plateia – ela toda saudosa dos tempos em que podia dizer o que quisesse sobre negros e gays: eles estavam longe, amarrados ou calados. E maltratar, a sério ou nas piadas, todas as minorias que mal ensaiavam gritos de rebeliões. Hoje essas vozes reagem e colocam não só a piada em debate, mas a própria condição. Difícil fazer graça num país de melindrados, não? Pois se acostumem. Essas vozes vão ser ouvidas cada vez mais fortes.
O artigo acima foi publicado na Carta Capital e, na minha opinião, é um ótimo artigo (que vale a pena ler na íntegra). Bem, o "encaretamento" da sociedade (que para os humoristas é uma censura) nada mais é que a indignação do público que sofre preconceitos ganhando voz e força. Com certeza nos anos 80 tinham lá os indignados, mas o que fariam? Como iriam reagir contra o público dos humoristas e a mídia? Atualmente a "minoria" tem voz, meios de expressão e até mais acesso a "cultura" e isso os beneficiam pois podem se expressar.
Será que antigamente existia um maior limite de liberdade de expressão ou será que antigamente a "minoria" não tinha meios de se expressar?!
Abraço.
Bruna Reis;
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Para refletir...
Um grande poema de um grande mestre, poeta, escritor, amigo.
ATÉ QUANDO?
Até Quando?
Os políticos fazem promessas
E o povo já não acredita mais.
Os governos arrocham o salário
E o povo já não aguenta mais
Os políticos governam
E o povo...
Ah! o povo!...
Continua não acreditando
E não aguentando mais!
ATÉ QUANDO?
Até Quando?
Os políticos fazem promessas
E o povo já não acredita mais.
Os governos arrocham o salário
E o povo já não aguenta mais
Os políticos governam
E o povo...
Ah! o povo!...
Continua não acreditando
E não aguentando mais!
(DUÍLIO DUKA DE SOUZA)
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